Hoje dia 17/04 o dia em que o senhor veio pra esse mundo, esse é o dia que gosto de lembrar do senhor. O que posso escrever do senhor, como explicar em palavras o que significa pra mim já que palavras são muito limitadas pra exprimir o que sinto por você...
Saudades! ah e como a saudade é um sentimento as vezes dolorido, saudades dos fins de semana que passamos juntos nem que fosse só pra ficar vendo o senhor assistir o futebol ou pra ir lanchar no shopping, ou pra ouvir suas historias de vida e o exemplo que o senhor tinha a nos ensinar sempre( exemplos muito validos inclusive ), saudades das conversas bobas, do seu cheiro, saudades dos seus assovios ( sinto muita saudade dele ), saudades de esperar o senhor na porta da escola... Nunca tinha dado tanto valor a essas pequenas coisas até ter que dizer adeus, sabe parece clichê quando as pessoas falam que devemos dar valor as pequenas coisas mas agora entendo a verdade da frase, ah e como eu queria saber disso antes como eu queria ter tido mais maturidade, o tempo que pude estar perto do senhor, como queria ter dito mais vezes Eu te amo, nunca devemos pensar que ah se eu pudesse voltar ao tempo... mas se eu voltasse só queria ter dito o quanto o senhor era especial o quão significava pra mim o quanto sua presença me fazia bem o quanto o senhor me ensinou, sabe eu posso dizer que tive um herói, e graça a sua generosidade e seu enorme coração eu posso dizer também que tive um pai Eu Tive Um Pai, dizem que caridade não é somente o que fazemos pelos nossos e sim que é quando deixamos de ver somente os nossos e passamos a amar os outros também e fazermos por ele o mesmo que faríamos pelo nosso e acredite é muito raro encontrarmos alguém generoso nesse mundo que faça isso e o senhor fez e fez com maestria, o que o senhor fez por mim o amor que me deu o cuidado que teve e a honra de ter podido chama-lo de pai não existe palavras no mundo que exprima meu enorme agradecimento, o dia de hoje é pra lembrar da sua importância na vida de muitas pessoas pra lembrar do exemplo que o senhor deixou e não só com palavras mas com atos de enorme coragem que todos que lhe amam puderam ver, e pra lembra-lo que nunca será esquecido, que lhe amo muito que a saudade é enorme e que as vezes dói mas que sei que onde o senhor esteja sabe de tudo isso que falei e que é uma joia rara que tive a enorme honra de conhece-lo...
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sexta-feira, 17 de abril de 2015
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
O que eu faço com voce? ( Só um trecho )
O que faço com vc?
O que fazer com os dias que não tem mais as mesmas cores daquela epoca, com o coração que não bate mais naquele ritmo, com aquele adeus que nunca queria ter dado?
Essa era a pergunta da epoca o que faço com voce? e mesmo sem ter sido respondida o que se fez foi tudo exatamente perfeito, sem ao menos precisar de uma resposta.
O que fazer com a votade aguda de querer estar junto de sentir ao menos uma faísca da presença daquele que já se encontra indiferente a um passado não muito distante?
O que fazer com as declarações de amor prontas na cabeça que nunca terão a coragem de sair do esconderijo no fundo do peito? Com as palavras repensadas?
O que fazer com o amor que ficou, com amor teimoso que insistiu em nao sumir, que resolveu ficar, mesmo sem esperança, com esse amor mazoquista que prefere ficar quando não há nada mais que o sustente.
O que fazer com as musicas de letras idiotas que só aumentam a intensidade da saudade?
O que fazer com vc? Que ja nao esta mais aqui...
O que fazer com os dias que não tem mais as mesmas cores daquela epoca, com o coração que não bate mais naquele ritmo, com aquele adeus que nunca queria ter dado?Essa era a pergunta da epoca o que faço com voce? e mesmo sem ter sido respondida o que se fez foi tudo exatamente perfeito, sem ao menos precisar de uma resposta.
O que fazer com a votade aguda de querer estar junto de sentir ao menos uma faísca da presença daquele que já se encontra indiferente a um passado não muito distante?
O que fazer com as declarações de amor prontas na cabeça que nunca terão a coragem de sair do esconderijo no fundo do peito? Com as palavras repensadas?
O que fazer com o amor que ficou, com amor teimoso que insistiu em nao sumir, que resolveu ficar, mesmo sem esperança, com esse amor mazoquista que prefere ficar quando não há nada mais que o sustente.
O que fazer com as musicas de letras idiotas que só aumentam a intensidade da saudade?
O que fazer com vc? Que ja nao esta mais aqui...
domingo, 4 de janeiro de 2015
Mulheres e suas manias de romantismo.
Por que nos mulheres insistimos nessa ideia de esperar atitudes romanticas dos homens? Por que não simplesmente cansamos e deixamos isso de lado? Por que existe em nós essa necessidade?Nos mulheres somos os seres mais românticos que existe, passamos horas imaginando em momentos perfeitos com atitudes sensiveis e inesperadas ( que nunca irão acontecer ), esperamos flores,elógios, presentes... Nos arrumamos tanto gastamos horas com maquiagens e perfumes para apenas eles olharem pra nossa bunda e ainda reclamarem que demoramos pra se arrumar, imaginamos um dia dos namorados perfeitos enquanto eles so estao preocupado se a conta vai sair caro.
Analisei bastante até chegar a conclusao de que todos aqueles filmes bobos de princesas e suas musicas lindas muito influiram nessa utopia, nos fizeram crer que a felicidade se baseava em finais felizes com um principe criados pra nos, que preencheria todas a lacunas e pra completar seria lindo demaisss pra ser verdade.
Mesmo com a revolucão das mulheres e toda a capa dura que criamos pra cobrir aquele doce macio que há dentro de todas nos o que na verdade é uma auto defesa, no fundo penso que são raras aquelas que não esperam por isso.
Me pergunto se algum dia vira uma geraçao de mulheres que não darão muita bola pra tudo isso, mas como romantica qu
e sou espero que venha uma geração de homens preocupados com a verdadeira beleza das mulheres e dêem valor a isso.
A DOR QUE DÓI MAIS
Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.
Martha Medeiros
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.
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